quinta-feira, 14 de maio de 2015

Bolo de iogurte e ruibarbo

Primavera cá em casa rima com ruibarbo.
Pois que ele cresce a olhos vistos e já começo a ser ameaçada (sim, porque as folhas já estão a tapar um tomateiro e isso é que não!)
Já o usei em quase todas as sobremesas possíveis ( pesquisem ruibarbo e frango do campo no google e vejam o que vos aparece) mas a falta de tempo não me tem deixado experimentar como gostaria (faltam os pratos salgados :D)
Este bolo fiz para o Dia da Mãe (quem me segue no instagram deve ter visto) mas ainda não tinha tido tempo de aqui vir colocar a receita e as fotos tiradas à pressa.
Inspirei-me numa receita que encontrei no Instagram e cá em casa ficaram todos rendidos (o que é difícil porque nem todos são fãs de ruibarbo e nem todos são apreciadores de bolos com fruta).
É aquilo que eu chamo um "bolo feio"( como todos os meus bolos diga-se de passagem) mas muito saboroso :)
Espero que gostem :)
(Se alguém quiser trocar ruibarbo por morangos ou mirtilos I'm in :) 
Ingredientes:
3 colheres de sopa de manteiga
3/4 de chávena de açúcar + 3 colheres de açúcar
4 talos de ruibarbo
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de sopa de açúcar baunilhado Royal
1 iogurte aroma morango
3 ovos


Preparação:
Retire os fios ao ruibarbo. Corte os talos a meio e reserve os bocados mais bonitos para o topo, o restante corte em cubos pequeninos. Polvilhe com açúcar.
Bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos, um de cada vez, batendo bem entre cada adição. Adicione o iogurte e bata bem.
Junte a farinha e o fermento e por último o ruibarbo em cubos.
Disponha a massa numa forma e por cima coloque os talos de ruibarbo.
Leve ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 40 minutos ou até estar cozido.
Polvilhe com açúcar baunilhado.





quarta-feira, 29 de abril de 2015

Tarte de Ruibarbo e Maçã

Desde 2004, altura em que começava o boom dos blogues (ou pelo menos que se começava a falar sobre isso) que tive vários blogues.
Em conjunto com amigas, de carácter pessoal, onde assinava com o nome um nome fictício ou com peças de artesanato que fazia. Sempre gostei de escrever sobre o que me vai na alma e por isso quando, sem me aperceber, este blogue de receitas foi crescendo com as minhas palavras e vivências também.
Foram várias as vezes em que pensei tornar este blogue ainda mais "rural", onde explicaria um pouco mais da vida no campo, agricultura biológica e receitas inspiradas nesta vida mais "rústica e campestre".
Surgiram alguns posts nesse sentido mas a verdade é que me falta tempo para fazer a coisa como deve ser. E também, confesso, porque gosto de partilhar outro tipo de receitas e de histórias.
Por isso, fiquei muito contente quando, mais ou menos à um ano atrás, comecei a colaborar num projecto muito interessante. "Histórias felizes para comer"! Já o nome diz tudo :)
Quem não é feliz à mesa? Quem visita o nosso País e se esquece da nossa comida? Quantos vivem longe e "morrem" de saudades da boa comida portuguesa?
Assim, fiz uma série de receitas, fotografias e histórias felizes para a Coca-Cola.
Podem ver mais receitas no site. Hoje partilho uma delas. Uma receita e uma história, cheia de heranças familiares.

Ingredientes:
250 g Farinha trigo
100 g Manteiga amolecida
150 g Ruibarbo
6 Maçã
1 c. chá Canela em pó
1 c. chá Cardamomo
1 c. chá Gengibre ralado
150 g Açúcar
Sal

Preparação:
Para a massa, coloque a farinha e o sal num recipiente. Adicione a manteiga e com as pontas dos dedos misture. Adicione uma a uma, algumas colheres de água fria, as suficientes para a massa ficar toda ligada mas a despegar das mãos. Reserve.
Entretanto descasque e corte as maçãs. Corte os talos de ruibarbo em cubos e coloque toda a fruta numa panela e leve ao lume brando. Acrescente o açúcar e as especiarias.
Mexa bem e deixe ferver cerca de 10 a 15 minutos ou até a fruta se começar a desfazer. Deixe arrefecer na totalidade.
Divida a massa em dois bocados (um maior que o outro) e com o rolo da massa estenda a massa de maneira a forrar uma forma de tarte.
Coloque o recheio e com a restante massa corte umas tiras finas para dispor por cima da tarte, de forma a cobri-la.
Leve a tarte ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 45 minutos ou até estar cozida.
Sirva com uma bola de gelado ou simplesmente polvilhada com açúcar em pó

terça-feira, 14 de abril de 2015

Couscous de cogumelos e bróculos romanescos


Da minha lista de desejos nunca fez parte ser agricultora.
Sei que os meus antepassados o foram mas os seus filhos e netos quiseram fugir dessa vida. Tenho uma tia-avó que com 80 e muitos anos diz sempre que a única coisa que queria na vida era casar com um homem que não fosse agricultor e "fugir" para a cidade. E foi o que aconteceu e à terra, só volta de férias.
Os meus avós não fazem da terra vida mas sempre tiveram um pequeno quintal onde cultivam um pouco de tudo e desde pequena que tive a noção que não é "pêra-doce".
Trabalhar a terra requer muito tempo, muita dedicação e muita sabedoria (tudo depende das estações do ano, das fases da lua, etc).
Nos últimos anos comecei por brincadeira a "brincar às plantações". De repente caiu-me "a ficha" de que os meus avós não viveriam para sempre e que tudo o que pudesse aprender com eles seria um bónus na minha vida.
Decidi que iria plantar aquilo que eles não plantavam. Comecei com as framboesas, mirtilos, morangos, bagas goji, tomate cherry, rúcula (um fracasso tenho de admitir), ruibarbo (o meu orgulho hehe), e no ano que passou pastinagas e bróculos romanescos.
Ora comprei a semente e segui as instruções à risca. Fiz o alfobre (uma espécie de vaso onde se plantam as sementes para depois transplantar para a terra). Cerca de um mês depois o alfobre foi atacado por uns caracóis esfomeados :( Sobreviveram uns 5 ou 6 pés.
Decidi fazer um novo alfobre (só para garantir). Mas a verdade é que os pés dos bróculos demoraram imenso tempo para crescer e foram para a terra no pico do Inverno.
Bem, se demoraram tempos infinitos a crescer no alfobre pior na terra. Cada vez que os ia espreitar era uma desilusão. Os meus avós só diziam: "não sei que raio de couves semeaste", "não sei se vai dar alguma coisa de jeito".
Mantive a minha fé e acreditei até ao fim. Até ao dia em que a minha avó disse para ir espreitar as couves.
Pois, no meio das couves nascia algo, algo parecido com bróculos normais mas roxos!!!
Achei que a Natureza estava a gozar com a minha cara, pobre saloia a armar-se em agricultora, mas depois pensei que todo o mal só podia estar nas sementes que tinha usado.
Fomos consumindo os brócolos até ao dia em no meio de folhas de couves, despontavam uns lindos romanescos :) como eu sempre sonhei :)
Pequenos mas perfeitos. Seis meses depois esta história de amor não podia acabar da melhor maneira :) Num prato repleto de simplicidade, onde eles são reis :)

PSSTT PSSTT não se esqueçam que há um passatempo muito saboroso a decorrer! Vejam aqui


Ingredientes:
1 chávena de couscous
1/2 brócolo romanesco 
100 gramas de cogumelos frescos ou secos
1/2 cebola
1/2 colher de chá de paprika
azeite q.b
Preparação:
Separe as folhas exteriores do romanesco e divida os floretes. Numa panela com água com sal, coloque os floretes e deixe ferver por 3 a 5 minutos.
Numa frigideira antiaderente salteie a cebola laminada num fio de azeite. Junte os cogumelos e a paprika e salteie mais uns 2 minutos. Desligue o fogão. Junte os couscous e 1 chávena de água da cozedura dos brócolos.
Tape bem cerca de 5 minutos, destape e com um garfo misture bem.
Sirva morno.
 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Entradas de pêra, queijo e nozes e um passatempo

Cá em casa somos completamente doidos por queijo.  Se alguém nos perguntar o que podemos retirar na nossa alimentação, o queijo é a última resposta a ser dada. É impensável viver sem ele.
O meu pai como bom transmontano adora queijos de cabra ou ovelha. Os meus avós só consomem queijo de vaca em bola, a minha mãe não dispensa os queijos frescos  e de vaca (de preferência derretido ai ai)
Eu, eu gosto de todos. Dos mais mal cheirosos ou sem cheiro. Um fatia no pão ou derretido numa bela fancesinha. 
E a Limiano parece que adivinhou que não sou só eu :) Por isso tenho um cabaz cheio de queijinhos para vos oferecer! Parece-vos bem? (ver o post até ao fim :P)
Ingredientes:
1 placa de massa folhada 
1 cebola cortada em rodelas finas
2 pêras
1 punhado de nozes
tomilho fresco q.b
azeite q.b

Preparação:
Corte a massa folhada em pequenos círculos (com a ajuda de um cortante). Com a massa que sobrar corte pequenas tiras e sobreponha a toda a volta dos círculos (de forma a fazer uma beira tipo tarte).
Refogue a cebola num fio de azeite. Deixe arrefecer.
Corte as pêras em rodelas.  Disponha a cebola em cima da massa folhada. Por cim coloque as fatias de pêra e polvilhe com tomilho fresco e queijo ralado Limiano.
Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus cerca de 15 minutos ou até estar cozinhado
Sirva morno, levemente regado com mel e polvilhado com nozes.


Tornar pequenos momentos, plenos de prazer e satisfação, é agora tão simples com Limiano Ralado. Por ser um queijo de textura amanteigada, é mais fácil de fundir, logo é ideal para utilizar na confeção de pratos no forno, gratinados ou simplesmente em refeições práticas do dia-a-dia, concedendo-lhes um paladar ainda mais delicioso e irresistível. Por isso, a Limiano tem um desafio para lhe lançar. Crie uma receita original e criativa com o novo Limiano Ralado para Momentos Derretidos!

De 9 a 19 de abril de 2015 (até as 23h59) crie uma receita original e criativa com Limiano Ralado. Envie a sua participação para frango.campo@gmail.com com a fotografia e descrição da receita com Limiano Ralado (a embalagem do produto tem de estar presente na fotografia) indicação de nome, morada e telefone e com o assunto: Passatempo Blog Frango do Campo - Limiano Ralado para momentos Derretidos.

Seja o feliz contemplado com 1 cabaz composto por diferentes produtos Limiano: 5 embalagens Limiano Ralado, 1 bola Limiano pequena, 1 metade da bola Limiano e 1  ¼ de bola Limiano,  1 Segredo do Pastor e 1 fatias Limiano Amanteigado Vaca e Ovelha.